Biosseguridade no aviário: pequenas falhas elevam risco sanitário
Fortalecer a biosseguridade na avicultura, otimizar o controle sanitário em granjas de frango de corte e manter a sanidade avícola são passos decisivos para proteger as exportações brasileiras.
Especialistas da FACTA e da Agrifirm alertam que o maior risco para o setor não é a falta de regras, mas a flexibilização contínua de rotinas como higienização de veículos, qualidade da água, manejo de carcaças e controle de acessos.
Efeito cumulativo: Pequenas exceções diárias transformam-se em brechas graves para a introdução e disseminação de agentes infecciosos no lote.
Além do checklist: O monitoramento precisa ir além da burocracia, avaliando indicadores zootécnicos, testes microbiológicos e análises periódicas de água.
Cultura compartilhada: A biosseguridade deve ser entendida como responsabilidade mútua entre o produtor integrado, colaboradores e a assistência técnica.
Proteção das exportações: Com o Brasil projetando embarques recordes em 2026, a consistência nas barreiras sanitárias garante a competitividade do frango nacional.
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